Economia brasileira terá muitos desafios em 2022

No terceiro trimestre desse ano, o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 0,1% e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reviu para baixo os dados do segundo trimestre: a atividade econômica recuou 0,4%, ante os 0,1% divulgados anteriormente. Mirando 2022, os pesquisadores do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) vão se reunir nesta quinta-feira, às 10h, no canal da FGV no Youtube, para o IV Seminário de Análise Conjuntural.

“Embora seja prematuro com os resultados do terceiro trimestre falar em recessão, não são animadoras as perspectivas futuras. A inflação continua corroendo o poder de compra, o desemprego se mantém elevado, com um mercado de trabalho bastante fragilizado, juros em alta, surgimento de uma nova variante, a Ômicron, mais os riscos fiscais e a incerteza política de um ano eleitoral, podem frear a saída dessa estagnação”, diz a FGV. As previsões para 2022 não são nada animadores. Previsões já sinalizam que o PIB não deve crescer mais que 1%, havendo projeções de que o crescimento seja negativo.

Armando Castelar, pesquisador associado do FGV Ibre; José Júlio Senna, chefe do Centro de Estudos Monetários do FGV IBRE; e Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do FGV IBRE, irão analisar o cenário atual, apresentar as projeções do FGV IBRE para os principais indicadores macroeconômicos e traçar alguns cenários possíveis para o próximo ano.

Economistas, estudantes, agentes de mercado e interessados no tema podem se inscrever gratuitamente e obter mais informações sobre o IV Seminário de Análise Conjuntural por este link (https://evento.fgv.br/ibre_analiseconjuntural_09/).

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