Entrevistas: Ex-integrante da equipe de Guedes e um dos pais do teto de gastos criticam mudanças no Auxílio Brasil

A substituição do Bolsa Família pelo programa de transferência de renda do governo de Jair Bolsonaro, o Auxílio Brasil, tem gerado preocupações entre agentes de mercado e economistas em razão dos impactos fiscais da medida.

É que o novo programa amplia não apenas o número de beneficiários, mas também o valor dos pagamentos mensais, sem que haja espaço no Orçamento para isso.

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Mas a possibilidade de uma nova mudança no programa pode agravar ainda mais a situação fiscal do país, apontam os economistas Marcos Mendes, pesquisador associado do Insper e um dos pais do teto de gastos, e Caio Megale, ex-integrante da equipe de Paulo Guedes e economista-chefe da XP.

O relator da Medida Provisória que cria o programa Auxílio Brasil, deputado Marcelo Aro (PP-MG), anunciou que vai prever um mecanismo de correção automática do benefício pela inflação, o que na prática cria uma nova amarra no Orçamento.

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